Você sabia que o metaverso no varejo já é uma realidade? Muitas pessoas, no entanto, ainda não sabem muito bem o que essa palavra, tão popular hoje, significa.

Algo que precisa ficar claro, todavia, é que independente de saber ou não o que é o Metaverso, ele já está aí, e é uma tendência que veio para ficar e se tornar a norma.

Pensando nisso, hoje, a RCKY decidiu escrever um pouco sobre o que esse conceito pode oferecer de soluções e vantagens, sobre o que já é feito e o que ainda é tendência.

Definição de metaverso

Antes de falarmos sobre o metaverso no varejo é preciso explicar exatamente o que significa esse termo que se tornou tão popular hoje em dia.

A origem da palavra “metaverso” vem de uma ficção dos anos 90. O seu conceito, por conseguinte, envolve mundos virtuais, realidade aumentada e tecnologias de imersão.

De forma geral, em um metaverso seria possível se relacionar com outras pessoas, estudar, trabalhar, investir, se exercitar e tudo mais que se faz no mundo real.

Entretanto, por mais que se saiba na teoria o que deveria ser o multiverso, na prática existe uma mistura de conceitos muito grande, impulsionada principalmente pelo marketing.

O metaverso no varejo

Uma das áreas que mais tem a possibilidade de ser beneficiada pelas vantagens que um metaverso pode proporcionar, é o varejo, onde o metaverso já é uma realidade.

Para começo de conversa, temos que analisar como as pessoas fazem compras online. Geralmente por meio de um dispositivo móvel, que oferece uma experiência limitada.

Se por um lado trata-se de uma forma simples e rápida de fazer compras, por outro lado, o consumidor fica completamente dependente de fotos para avaliar um produto.

Por isso que, ainda hoje, uma grande parcela dos consumidores prefere fazer compras de forma presencial em uma loja física. O que é algo que vem com suas desvantagens.

Nesse momento o metaverso entra em campo. Você já imaginou, por exemplo, entrar no metaverso de uma loja e poder ver a sua vitrine virtual e interagir com os produtos?

Então, usando o seu próprio avatar, o consumidor pode fazer e comprar aquilo que ele quer, tendo experimentado antes, sem nem sequer precisar sair da sua casa.

Algumas empresas já investem nesse tipo de solução, possuindo suas marcas em diversos metaversos diferentes, seja para comprar itens exclusivos, ou da própria loja.

Vale ressaltar que, algumas tecnologias que o metaverso usa, já são usadas em catálogos virtuais fora do metaverso, como é o caso da realidade aumentada.

Metaverso no varejo é uma tendência?

Por mais que a utilização do metaverso ainda esteja no seu início, já existe muita expectativa sobre as suas possibilidades e o nível de integração no varejo.

Por exemplo, de acordo com Gartner, até o ano de 2026 é esperado que pelo menos 30% das organizações do mundo tenham produtos e serviços preparados para o metaverso.

Inclusive, a organização também apontou que pelo menos 25% das pessoas irão passar ao menos uma hora do seu dia no metaverso, seja para trabalho, estudo ou compras.

Por essa razão, o metaverso é visto hoje como uma excelente oportunidade de investimento. Muitos o comparam com o surgimento da internet.

Quem investir agora, poderá sair ganhando quando o setor de fato se consolidar no futuro.

Outro dado que corrobora para a ascensão do metaverso no varejo, é o relatório da JPMorgan de 2022 que apontou que 54 bilhões de dólares são gastos em bens virtuais.

4 empresas do varejo que já investem no metaverso

Por fim, precisamos falar sobre algumas empresas que atualmente possuem algum tipo de envolvimento com o metaverso, seja um metaverso próprio ou de terceiros. Veja a seguir:

1. Nike

A Nike possui o seu próprio metaverso chamado de “Nikeland”, um mundo aberto criado a partir da plataforma Roblox. Nele as pessoas podem usar avatares com itens da Nike.

Também é possível praticar esportes e até mesmo criar os seus próprios mini games. Esse metaverso funciona da forma como um metaverso deve funcionar.

2. Forever 21

A loja de roupas, Forever 21, é outra marca que investiu no seu próprio metaverso baseado no Roblox, onde é possível adquirir produtos digitais exclusivos.

Inclusive, uma touca que estreou neste metaverso da loja, começará a ser vendida pelas lojas físicas, demonstrando uma tendência entre pessoas de quererem ter o mesmo item no mundo físico e digital.

3. Ralph Lauren

Uma das marcas de roupas mais conceituadas do mundo, a Ralph Lauren estreou no metaverso lançando uma coleção exclusiva de roupas digitais de gênero neutro.

Assim como a Nike e a Forever 21, a companhia também usou a plataforma Roblox. O objetivo da companhia é se aproximar da próxima geração de consumidores.

Esse espaço de metaverso é conhecido como “Ralph Lauren Winter Escape”, onde os avatares podem beber chocolate quente, assar marshmallows e patinar no gelo.

4. Zara

O metaverso no varejo também conta hoje com a presença da Zara, que criou o seu próprio metaverso de nome “Zepeto”, lançando um conjunto exclusivo de roupas.

Essa iniciativa possui avatares tridimensionais e mais de 2 milhões de usuários diariamente, sendo um dos metaversos que mais cresceu no último ano.

Vale destacar que na Zepeto, as pessoas criam avatares de acordo com as características físicas reais do próprio usuário, o que permite uma maior integração entre real e virtual.

As roupas vendidas no metaverso podem ser adquiridas pelo mesmo preço daqueles em lojas no mundo real, apesar deste metaverso ter a sua moeda própria.

Outras empresas que investem no metaverso

Por fim, é importante explicar que existem muitas outras empresas que estão investindo no metaverso, como a Balenciaga, a H&M, a Dyson e até mesmo o Walmart tem planos.

Eventualmente, até mesmo os pequenos negócios vão investir em tecnologia para tornar a experiência do seu consumidor muito mais imersiva.

Gostou de saber sobre o metaverso no varejo? Então aproveite para colocar o blog da RCKY na sua lista de favoritos.

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